3 conceitos que apoiam a estruturação de processos sustentáveis de desospitalização e gestão

28 de setembro de 2021

É verdade que ainda predomina o pensamento de que o paciente está melhor cuidado no hospital, no entanto, nem sempre que isso retrata a realidade. Em muitos casos é possível tratar essas pessoas em domicílio, mas, para isso, é preciso criar um uma boa política de desospitalização.

Não são todos os casos clínicos que exigem internação. Além disso, existem recursos e tecnologias que possibilitam oferecer cuidados de alta qualidade e eficiência, mesmo a pessoa permanecendo em sua residência. Inclusive, essa é uma medida que pode contribuir ainda mais com a saúde dela.

Desospitalizando o paciente minimizamos os riscos de intercorrências, como as infecções hospitalares. Aumentamos a segurança para essas pessoas, possibilitando uma recuperação mais tranquila, no conforto de sua casa, cercado dos familiares e recebendo o suporte da equipe de médica.

Além de garantir o bem-estar dos pacientes, o processo de desospitalização é uma forma de melhorar a gestão de recursos da própria instituição de saúde. Conseguimos reduzir custos com essa política, melhorando também a logística.

Porém, para alcançar todos esses benefícios, como dito, é preciso desenvolver uma boa política de desospitalização. O ideal é que ela seja baseada em alguns princípios, que são essenciais para uma melhor tomada de decisão e uma boa estruturação do programa. No infográfico a seguir apresentamos esses princípios básicos.

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