Listamos 5 ferramentas de gestão para operadoras de saúde

28 de julho de 2021

A transformação digital acelerou uma mudança que já estava em andamento na saúde suplementar. O fato é que a tecnologia se tornou uma aliada ainda mais poderosa, sendo capaz de otimizar processos e trazer diversos outros benefícios para operadoras e usuários dos serviços. Um dos exemplos disso é o uso de ferramentas de gestão.

Cada vez mais utilizadas pelas operadoras, elas ajudam a melhorar a qualidade do serviço, ao mesmo tempo que reduzem custos e previnem falhas. Quer entender como isso acontece na prática? Então, confira esta lista com 5 ferramentas de gestão essenciais para quem atua no setor de saúde suplementar!

1. Aplicativos de saúde

Com a popularização dos smartphones e da internet, o uso de aplicativos de saúde se tornou parte de nossas vidas. Um dos benefícios que isso trouxe para o contexto da saúde foi a possibilidade de enriquecer a relação entre pacientes e equipes médicas — mas também a gestão dos serviços.

Hoje, é fácil encontrar um app que ajuda o usuário a gerenciar melhor sua própria saúde. Conectado ao chamado dispositivo wearable — como o relógio inteligente (smartwatch) —, ele monitora indicadores como os batimentos cardíacos, a duração do sono, a quantidade de passos durante o dia etc.

Trata-se de uma importante iniciativa para promover o empoderamento do usuário em relação aos cuidados com a própria saúde. Levando esse tipo de informação às pessoas, elas podem mudar seus hábitos e assumir uma postura mais ativa na prevenção de doenças e na melhoria da sua qualidade de vida.

Do ponto de vista da gestão, a grande vantagem é poder coletar esses dados e integrá-los em uma plataforma para entender melhor as condições de saúde de cada beneficiário. Na prática, é uma estratégia que ajuda a impulsionar a medicina preventiva: indo além da oferta de serviços médicos, a operadora pode ajudar o usuário a prevenir eventuais problemas, melhorando sua saúde e seu bem-estar.

Isso nos leva a uma segunda ferramenta de gestão para operadoras de saúde que vem ganhando espaço no setor.

 2. Inteligência de dados

Algumas plataformas de gestão de saúde oferecem diversos recursos para transformar esses dados coletados em informações relevantes. A finalidade é fornecer uma base mais sólida para as tomadas de decisão. Um bom exemplo é justamente o oferecimento de soluções para as demandas específicas de cada usuário, seja para prevenir problemas, seja para ajudá-lo em um processo de recuperação.

Um dos encaminhamentos que a inteligência de dados permite é o oferecimento de programas de prevençãopara grupos específicos da população. Com as informações organizadas na plataforma, o gestor tira proveito de gráficos e relatórios detalhados para identificar certos padrões e tomar decisões com base neles.

Se a análise mostra que há uma recorrência de casos de hipertensão entre os usuários do plano de saúde, por exemplo, é possível oferecer um programa específico para esse grupo. Isso envolve conscientização, mas também monitoramento da saúde para prevenção dessa e de outras doenças crônicas.

São ações pontuais que partem de uma base de dados usada de maneira inteligente, graças ao poder da tecnologia de coletar, processar e transformar esse material em informações legíveis e organizadas.

3. Telemedicina

A telemedicina é um conceito que se refere ao oferecimento de serviços de saúde a distância, por meio de canais de comunicação digitais. Os impactos dessa tecnologia podem ser notados de forma mais clara em dois exemplos reais.

O primeiro é o atendimento de pessoas e comunidades localizadas em regiões mais afastadas. Basta realizar um agendamento e ter um computador com acesso à internet para fazer uma videoconferência com um médico. Caso seja necessário realizar uma avaliação presencial ou um exame laboratorial, por exemplo, o paciente será encaminhado para tal procedimento.

Diversas pessoas passaram a ter acesso à saúde suplementar graças a esse tipo de tecnologia. Somado a isso, temos o segundo exemplo: o atendimento durante a pandemia. Graças à telemedicina, é possível atender pessoas não só com sintomas de Covid-19, mas em quaisquer situações que exijam a avaliação de uma equipe médica.

Tudo isso sem aumentar o fluxo de pessoas no pronto-socorro ou na clínica — o que, consequentemente, reduz as chances de contaminação pelo novo coronavírus.

4. Armazenamento na nuvem

A nuvem é uma tecnologia que permite armazenar dados e softwares em um ambiente virtual externo, bastando uma conexão à internet. Do ponto de vista das operadoras de plano de saúde, isso significa centralizar os dados coletados em diversos lugares: nas clínicas, nos hospitais, no atendimento ao usuário ou no próprio dispositivo móvel.

Algo que já é feito com base na nuvem é o uso de prontuários digitais. Todo o histórico do paciente pode ser acessado com mais facilidade por qualquer equipe de saúde autorizada. Além de dar mais base para as decisões desses profissionais, a tecnologia otimiza o processo ao deixar de lado o uso de arquivos de papel impresso.

5. Inteligência Artificial

A Inteligência Artificial (IA) já é uma realidade em diversas atividades, ainda que muitas vezes isso passe despercebido. Na saúde, a tecnologia já é utilizada para ajudar a cruzar dados de exames, por exemplo, para identificar padrões e gerar insights aos médicos responsáveis pela análise.

Na gestão das operadoras, uma das aplicações possíveis ocorre por meio da modelagem preditiva. Essa tecnologia usa modelos matemáticos e estatísticos, além de machine learning, para identificar padrões em conjuntos de dados e transformá-los em informação inteligível. O objetivo é direcionar as ações estratégicas da empresa para solucionar problemas que nem sempre são percebidos.

Tendo em vista que 25% do custo com serviços de saúde está acumulado em 5% da população de alto risco, a modelagem preditiva ajuda a identificar os padrões nesse grupo. Nesse ponto, entra mais uma vez o uso de programas de saúde e outras medidas estratégicas de prevenção e recuperação.

Vale destacar que a IA é justamente o conceito por trás do machine learning, tecnologia que permite que o software aprenda com seu próprio desempenho e forneça análises cada vez mais precisas. Os benefícios, como você pôde ver, são muitos.

Agora que você conhece as principais ferramentas de gestão para operadoras de saúde, leve essas ideias para o seu contexto específico. Pode ser que você encontre nessas tecnologias o caminho para conquistar resultados cada vez melhores com os serviços que oferece aos beneficiários!

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