Como melhorar a alimentação da equipe pode reduzir o seu custo com saúde?

By 24 de novembro de 2020Notícias

Atualmente, a alimentação é considerada um dos maiores pilares da prevenção — e isso tem impactos tanto em nossa vida pessoal quanto nas empresas, especialmente se analisarmos seus custos médicos. Para ajudar a melhorar a saúde dos funcionários e reduzir o impacto financeiro da assistência à saúde, programas clínicos de monitoramento ativo podem ser grandes aliados.

Neste artigo, explicaremos o que são, como eles funcionam e quais os reais impactos que eles pode oferecer à sua empresa. Você também saberá como a alimentação é um fator essencial e modificável no manejo de riscos e custos associados à saúde. Continue a leitura para saber mais.

Por que é importante promover hábitos alimentares saudáveis nas empresas?

Para muitos gestores, estimular hábitos saudáveis entre os funcionários parece uma atitude supérflua e onerosa. Afinal, essa não é uma preocupação pessoal, restrita aos interesses de cada indivíduo? E, tão importante quanto: essa intervenção não seria um gasto desnecessário da empresa?

A primeira dúvida pode ser respondida se analisarmos os impactos dos hábitos saudáveis nos gastos em saúde. Cada vez mais, sabemos que os hábitos alimentares saudáveis são fatores de proteção contra doenças crônicas, como a hipertensão e o diabetes — e, portanto, concernem tanto o próprio beneficiário quanto a gestão de saúde envolvida.

Além disso, com o processo compartilhado de tomada de decisão, a promoção da saúde não tem um caráter invasivo: seu objetivo é nutrir o paciente com informações confiáveis sobre sua saúde, estimulando hábitos que são comprovadamente mais saudáveis.

Dessa maneira, tanto a empresa quanto o funcionário ganham com o estímulo de hábitos alimentares saudáveis. Enquanto a primeira controle os gastos com saúde (especialmente os relacionados às doenças crônicas), o segundo se beneficia com um serviço voltado à sua saúde e bem-estar.

Para tirarmos a dúvida em relação ao custo-benefício de intervenções nesse campo, podemos recorrer à literatura científica: sabemos que empresas que investem em promoção da saúde gastam menos com tratamentos avançados e têm uma menor taxa de absenteísmo. O retorno médio para cada real investido é de R$2,05, ao final de dois anos.

Esse retorno é derivado tanto de um melhor clima organizacional quanto do menor gasto com intervenções sanitárias complexas. A seguir, destacaremos 3 dos principais pilares que uma boa educação entre os funcionários pode trazer. Confira.

Redução do surgimento de doenças crônicas

As doenças crônicas têm ganhado um espaço cada vez maior nos holofotes da saúde. Sua ascendência ocorreu na chamada “transição epidemiológica”, que colocou as doenças cardiovasculares, respiratórias e neoplásicas no topo dos índices de mortalidade mundial.

As principais características dessas doenças são sua progressão gradual e o tratamento voltado para redução de complicações e mortalidade. Muitas vezes, essas são doenças que não têm cura, mas que podem ser controladas — ou, em um cenário mais ideal, prevenidas. Hábitos de vida saudáveis e acesso à informação e educação médica são críticos para evitar as doenças crônicas.

Um exemplo rotineiro de como a alimentação impacta nelas é visto no diabetes mellitus: a resistência à insulina e a manutenção de altos níveis glicêmicos muitas vezes estão relacionados aos hábitos alimentares diários do paciente. Caso não controlada, a doença pode resultar em complicações muito mais complexas, como acidentes vasculares e disfunção renal.

Prevenção da depressão

A depressão é, hoje, a líder das causas de incapacidade funcional no planeta. Seus impactos variam desde o absenteísmo no trabalho até casos graves, que requerem internações frequentes e terapias mais complexas. Isso a coloca em um patamar especial de preocupação, quando falamos em custos assistenciais.

O mecanismo do impacto da dieta na depressão ainda é assunto controverso na literatura científica. No entanto, muitos estudos recentes sugerem que uma dieta equilibrada e saudável pode interferir na saúde mental — devido, principalmente, a alterações na microbiota intestinal e a regulações hormonais.

Melhora na qualidade de vida

A qualidade de vida é outro tema que vem ganhando mais relevância, tanto nas empresas quanto nas pesquisas científicas. Ela está relacionada a uma maior motivação dos funcionários com o trabalho e, também, é uma métrica indireta de comorbidades médicas (incluindo as doenças crônicas e a depressão).

Existem vários mecanismos sugeridos para o impacto da dieta na autoestima do trabalhador. Para ela, também, fatores hormonais podem estar envolvidos e atuar diretamente em parâmetros como humor e ansiedade. Além disso, outros aspectos podem ter um impacto indireto na qualidade de vida, como a adequação do peso.

Redução de custos

Atualmente, vivenciamos uma tendência crescente nos gastos com saúde, especialmente no que tange as doenças crônicas não-transmissíveis: para termos uma noção, em 2016, foi movimentada uma quantia superior a 1 trilhão de dólares para o controle e tratamento dessas doenças.

Nesse cenário, prevenir sai mais barato do que remediar. Grande parcela das doenças crônicas — como o diabetes, a hipertensão e a osteoartrose — têm um componente alimentar, e a obesidade surge como um importante fator de risco para essas doenças.

Dessa maneira, o estímulo a hábitos saudáveis de vida também reduz parte da quantidade significativa de recursos que destinamos ao controle das doenças crônicas. Ele faz isso atuando diretamente na prevenção dessas condições e trazendo resultados, especialmente, a médio e longo prazo.

Como funciona o monitoramento de saúde?

Os programas clínicos de monitoramento preventivo têm como objetivo a melhoria da qualidade de vida e a prevenção de doenças. Partimos da compreensão de que hábitos rotineiros podem ter um impacto significativo no risco do desenvolvimento de doenças e, consequentemente, na sinistralidade do plano de saúde.

Com o programa de Gestão de Crônicos ou o Coaching 2.0 por exemplo, os funcionários da empresa contam com uma plataforma completa de informações sobre saúde. O time de especialistas da Sharecare é composto por profissionais de diversas áreas da saúde, como psicologia, nutrição, farmácia e fisioterapia. Dessa maneira, você garante que seu funcionário está recebendo as orientações mais adequadas, de maneira individualizada e personalizada.

A orientação e o incentivo são realizados via atendimento telefônico e pelo aplicativo Sharecare. Além disso, os participantes recebem dicas de saúde por e-mail e SMS, e podem interagir com seus Consultores de Saúde via WhatsApp, visando aumentar a interatividade e proporcionar a melhor experiência.

A Sharecare também conta com o Ligue Saúde, uma central telefônica aberta 24h, com foco em urgência e emergência. Com ela, os pacientes podem contar com uma equipe especializada na área, capaz de direcioná-los pela rede assistencial e reduzir a sobrecarga nas unidades de pronto-atendimento.

O plano de ação trabalhado nas jornadas dos programas não são meras ações genéricas sobre saúde: ele conta com áreas de foco específicas, que visam a melhoria dos indicadores de saúde e a redução da sinistralidade para a empresa. Dentre os focos do programa estão a redução da obesidade, a prevenção da depressão, a adesão às consultas e a cessação do tabagismo.

Como os programas ajudam a promover hábitos saudáveis?

Existem duas demandas, na rede de saúde suplementar, que pretendem ser supridas com a adoção de programas de monitoramento ativo: o acesso a informações de qualidade, de maneira remota, e a capilaridade das intervenções. Esta segunda é especialmente importante na construção de hábitos saudáveis, visto que a inserção no cotidiano dos pacientes também é uma tarefa da gestão da saúde.

O incentivo a hábitos de vida saudáveis (antes realizado apenas presencialmente) é feito de forma simples e prática. Seja no smartphone ou nas caixas de e-mail, as informações e orientações serão projetadas para maximizar a adesão do beneficiário. Com isso, você garante uma eficácia maior do seu programa de promoção da saúde e, consequentemente, melhores resultados.

A alimentação, hoje em dia, é considerada um pilar essencial da promoção da saúde. Tendo uma dieta balanceada, conseguimos reduzir o risco de doenças crônicas e da depressão, assim como controlar doenças já existentes. É possível melhorar a alimentação da sua equipe e maximizar os resultados de seus programas de prevenção.

Se você quer saber mais sobre essas e outras soluções voltadas para a gestão de saúde, não perca tempo: entre já em contato com a Sharecare e conheça nossas soluções para a sua empresa!