No Brasil, um dos maiores motivos de afastamento do trabalho e pagamento de auxílio-doença são os problemas de coluna. Eles também são responsáveis pela terceira causa de aposentadoria por invalidez. De acordo com a organização mundial de saúde (OMS) de 65% a 80% da população possui ou possuirá algum quadro clínico de dor lombar. Destes, 40% evoluem para um problema crônico, gerando incapacidade funcional, absenteísmo e diminuição da produtividade.

As mulheres são as mais atingidas pelas dores na coluna, que tende a piorar com a progressão da idade. E os números não param por aí: dados do Data Science da Sharecare apontam que cerca de 30% da população faz algum tipo de procedimento de ou terapia por ano ligado à ortopedia.  Destes, a coluna vertebral representa quase um terço dos tratamentos, seguido por joelho, quadril e ombro.

Além do impacto para a saúde e bem-estar do colaborador, os problemas de coluna também afetam o orçamento das empresas.  Somente os gastos com ortopedia representam 10% do total dos custos com sinistro das operadoras. Os procedimentos de alta complexidade são os mais frequentes. Em torno de 80% das despesas em ortopedia estão relacionados à internação ou cirurgia.

Para ajudar as empresas a mudar esse quadro, a Sharecare oferece o programa Gestão em Ortopedia, o único no Brasil que trata um conjunto de lesões na coluna, ombros e joelhos. Além de analisar o perfil da população, o programa estabelece o grau de elegibilidade de cada indivíduo, identificando condições como dor na coluna, hérnia de disco, lesões nos joelhos, nos ombros, entre outras condições e prestando suporte para o tratamento adequado.

O programa é desenvolvido com a utilização de tecnologia e telemonitoramento, que permite acompanhar a saúde das pessoas com nível leve e moderado de dor, em qualquer lugar do país. Para dor mais intensa, dentro dos conceitos de cuidados contínuos e integrados, a solução propicia o contato do paciente com uma rede de médicos, fisioterapeutas, nutricionistas, psicólogos e educadores físicos, focados em prevenção, além do acompanhamento de alta hospitalar, evitando casos de reinternação.

Por meio do acompanhamento da evolução da dor, é possível ter um diagnóstico e um monitoramento adequado, que vai além do tratamento das lesões, incentivando o colaborador a adotar práticas preventivas.  A solução permite, ainda, identificar e acompanhar fatores de saúde que são erroneamente encaminhados às clínicas de fisioterapia, como problemas de coluna e dores generalizadas relacionadas à fibromialgia e a neuropatia diabética, depressão, entre outras dores crônicas, direcionando-os para a orientação adequada.

 

Saiba mais informações sobre o Programa de Ortopedia.