Gestão em saúde: entenda como a Sharecare otimiza investimentos em saúde nas empresas

By 18 de setembro de 2019Notícias

Nem toda empresa consegue dar foco à gestão em saúde como deveria ou gostaria. No entanto, o que ocorre é que os gastos com plano de saúde representam o segundo maior custo das empresas e perde apenas para a folha de pagamento. A alta de valores com esse investimento chegou a 10% e representa R$395,18 por colaborador. Apenas a título de comparação, em 2012, o custo per capita era de R$158,42 – desde então, o crescimento acumulado foi de 149%. Os dados são da consultoria Mercer Marsh Benefícios e evidenciam a necessidade de adotar medidas de gerenciamento que levem à prevenção, utilização adequada do plano de saúde e redução da sinistralidade do convênio médico.

Para entender melhor a necessidade da adoção de boas práticas, vamos explicar neste post a importância do gerenciamento da saúde dos colaboradores e como a Sharecare ajuda nesse processo. Confira!

A importância da gestão em saúde em uma empresa

A saúde hoje representa o segundo maior custo das empresas. Boa parte desse gasto é derivado da utilização inadequada dos serviços de saúde, seja por falta de medidas preventivas, baixa instrução ou desconhecimento da utilização adequada. O resultado é o aumento da sinistralidade, que se torna um empecilho para a realização de outros investimentos na organização e alimenta um círculo vicioso de constantes trocas do plano de saúde.

Cuidar da saúde nas organizações traz benefícios que vão além do controle de sinistralidade. O diretor Comercial & Marketing Brasil da Sharecare, Albert Sales, destaca que:

O custo do seguro saúde é basicamente calculado em cima do risco da população e dos níveis de prioridade. Se temos pessoas mais saudáveis, elas passam a ser mais produtivas, elas vão faltar menos, etc. Haverá uma série de ganhos, como produtividade, redução do absenteísmo e mais.

A afirmação é confirmada por dados. Entre 2012 e 2017, o Brasil teve perdas que alcançaram R$264 bilhões no Produto Interno Bruto (PIB) devido à queda de produtividade, turnover, desligamentos, entre outros fatores. Por ano, a estimativa é de custos equivalentes a R$71 bilhões — ou seja, quase 9% da folha de pagamento de todo o País.

As empresas também sofreram com o aumento de gastos com saúde. Um levantamento da Associação Brasileira de Recursos Humanos – Brasil (ABRH–Brasil) e da Aliança para Saúde Populacional (ASAP) mostra que os custos ficaram acima da inflação para 81% das organizações.

O montante investido com planos de saúde representou entre 10% e 20% do total do negócio. Por esse motivo, a maior parte das empresas modificou o modelo de convênio médico, com a finalidade de reduzir custos. O estudo da consultoria Mercer Marsh Benefícios mostra que, hoje, 74% das organizações adotam o formato de coparticipação. Em 2015, o índice era de apenas 51%.

As principais medidas que vêm sendo adotadas para reduzir custos com os planos de saúde corporativos são:

  • implantação de programas de prevenção e promoção à saúde (68%);
  • inclusão ou modificação no formato de coparticipação (46%);
  • migração de operadora (39%);
  • alteração na elegibilidade do nível do plano, conforme o cargo do colaborador (28%).

Um dos fatores que fazem as iniciativas voltadas à qualidade serem as principais escolhas das empresas é a valorização da medida por parte dos colaboradores. Sales reforça que “há a importância de as empresas reverem seus programas de apoio, qualidade de vida e benefícios enquanto a tecnologia ajuda nessa dimensão”.

Ao fazer isso, a empresa sofre menos com os reajustes dos planos, que ainda pecam pela falta de regulação. O resultado das ações preventivas é a redução do uso por motivos desnecessários, o que diminui o risco instalado na companhia e o cálculo dos valores.

A Sharecare como parceira nesse processo

Com foco na qualidade de vida e na integração entre saúde digital (high tech) e humanizada (high touch), a Sharecare oferece uma plataforma completa. A prerrogativa é diminuir riscos e custos nas populações corporativas de forma personalizada, isto é, conforme a realidade de cada negócio.

Para chegar a esse patamar de gestão em saúde, é preciso conhecer exatamente os fatores que interferem na companhia. Esse diagnóstico é realizado por meio de ferramentas de mapeamento e estratificação do risco. A partir disso, é feita uma categorização entre doenças crônicas, perfil de utilização, sinistros e todos os aspectos usados como base nos últimos três anos.

O resultado é um mapa completo das situações que influenciam a companhia e exigem um cuidado extra. Com ele, é possível apoiar cada população com programas clínicos direcionados e que contribuem para a melhoria da qualidade de vida. Ao mesmo tempo, é usada a plataforma Sharecare, que acompanha a vida do colaborador dentro e fora da organização.

Para ter essa visão ampla, várias são as funcionalidades adotadas. Entre as principais estão:

  • Coaching preventivo para a população que apresenta fatores de risco, porém, ainda sem uma doença avançada;
  • Ligue Saúde, uma central 24 horas com especialistas em situações de crise e dúvidas de saúde;
  • Suporte digital através do aplicativo e portal web Sharecare, para engajamento do usuário ao autocuidado diário com a saúde;
  • Modelagem preditiva, que projeta a previsão de custos de ações de contenção de custos não foram implantadas;
  • Gestão de crônicos, voltada para a população portadora de condições que podem evoluir para instabilidades e alto custo;
  • Envelhecimento saudável, para pessoas acima de 65 anos;
  • Saúde mental, para o controle de transtornos emocionais que mais impactam nas organizações;
  • Ortopedia, a fim de realizar uma gestão integrada da dor e minimizar a incidência de cirurgias evitáveis;
  • Alta hospitalar, com foco em prestar o suporte adequado durante a recuperação pós-hospitalar e reduzir a incidência de readmissão hospitalar.

Em suma, “a nossa proposta de valor é tratar a saúde organizacional de forma coordenada, unindo a experiência clínica a recursos digitais que facilitam o engajamento e a experiência do usuário”, destaca Sales. Assim, toda empresa é elegível e pode se beneficiar com os programas da Sharecare.

3 benefícios de contar com uma empresa como a Sharecare

O foco dos programas de qualidade de vida é a melhoria do trabalho dos colaboradores a partir da integração entre mente, corpo e espírito. Dessa forma, são alcançados melhores resultados a curto, médio e longo prazos.

Ao adotar uma plataforma completa, você tem a chance de atingir várias vantagens. Veja alguns dos resultados alcançados pelos clientes da Sharecare.

1. Redução de custos

Os gastos com saúde diminuem, assim como a sinistralidade do seguro contratado pela organização. Isso acontece porque as pessoas têm índices de bem-estar entre 75 e 100 pontos gastam muito menos que as outras faixas de avaliação. Para fazer a comparação, confira os resultados do custo total:

  • índice de bem-estar entre 0 e 50 apresenta custo total de 1.048 dólares, médico de 3.765 dólares e de prescrição de 5.172 dólares;
  • índice de bem-estar entre 50 e 75 tem gasto total de 771 dólares, médico de 2.605 dólares e de prescrição de 3.399 dólares;
  • índice de bem-estar entre 75 e 100 oferece custo total de 344 dólares, médico de 1.507 dólares e de prescrição de 1.885 dólares.

Além disso, o trabalho realizado pela Sharecare demonstrou que o custo anual com os sinistros é até 3,5 vezes maior com aqueles colaboradores que têm baixo índice de bem-estar. A redução de custos, por sua vez, fica entre 20% e 50%, em alguns casos.

O aplicativo Sharecare permite o mapeamento do índice de bem-estar da população. A empresa cliente conta com um dashboard gerencial, através do qual é possível acompanhar os indicadores clínicos/operacionais e planejar ações mais assertivas em saúde.

2. Crescimento do potencial competitivo

O aumento da qualidade de vida dos colaboradores interfere em sua produtividade e engajamento com a empresa. Por perceber que há essa preocupação, a tendência é que se motivem ainda mais quando estão no trabalho.

A consequência é a melhoria do atendimento aos clientes, que tende a se refletir em elevação da receita e crescimento do potencial competitivo. A companhia se torna mais forte perante a concorrência e tem mais chance de fidelizar os compradores.

3. Aumento da qualidade de vida aos colaboradores

As pessoas faltam menos quando há programas corporativos de gestão da saúde. Os profissionais que estão na faixa do maior índice de bem-estar apresentam o menor número de faltas durante o ano. O comportamento positivo é refletido em todos os ambientes da empresa e gera melhoria tanto no clima organizacional, quanto na qualidade de vida dos colaboradores.

Todos esses dados demonstram que a gestão em saúde é importante e faz a diferença nos resultados corporativos. Quanto antes as medidas de gestão de saúde forem implementadas, mais cedo o resultado virá.

Quer saber mais sobre como a Sharecare atuar em sua organização? Entre em contato, conheça melhor nossa plataforma e entenda como ajudamos a reduzir custos com foco em resultados!

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