Gestão de saúde: como avaliar o cenário no Brasil e planejar os custos da sua empresa?

By 8 de maio de 2020Notícias

Quando falamos em gestão de saúde, existem dois fatores a avaliar: o público e o privado. No âmbito do governo, a situação é negativa. Com a regra do teto de gastos, a perda de orçamento para o setor é de R$ 9,46 bilhões em 2020, com a aplicação de R$ 122,9 bilhões, segundo confirmação da Secretaria de Orçamento Federal. O número parece alto, mas é insuficiente para manter toda a rede do SUS.

É aqui que entra a importância da saúde privada. O gasto dos brasileiros com essa categoria em comparação com o Produto Interno Bruto (PIB) é mais do que o dobro da média dos países que integram a Organização para a Cooperação do Desenvolvimento Econômico (OCDE).

Na prática, o dado representa investimentos de R$ 608,3 bilhões, conforme dados divulgados pelo IBGE em dezembro de 2019. Do total, as famílias arcaram com R$ 354,6 bilhões. O restante — R$ 253,7 bilhões — foi compensado pelo governo federal.

A questão é que boa parte desse investimento das famílias, na verdade, fica sob responsabilidade das empresas. Os planos de saúde corporativos representam 65% do setor, segundo a Agência Nacional da Saúde (ANS). Isso significa que o RH tem o dever de gerenciar bem essa questão para evitar uma alta taxa de sinistralidade e um impacto negativo nas finanças empresariais.

Como equilibrar todos esses aspectos e planejar a gestão da saúde na sua empresa? É o que vamos discutir neste conteúdo. Acompanhe!

Crescimento dos beneficiários de plano de saúde em 2019

Um estudo do Instituto de Estudos em Saúde Suplementar (IESS) mostrou que o total de beneficiários dos planos de saúde cresceu 0,2% em 2019. A alta foi registrada entre outubro de 2018 e o mesmo mês de 2019. Em números absolutos, o total representou 71,2 mil novos vínculos.

Em quantidade de beneficiários, os planos de saúde já atingem 47,2 milhões de pessoas, de acordo com os dados da ANS. Se for considerado o período entre janeiro e dezembro de 2019, houve estabilidade no número de vínculos aos convênios médicos.

A manutenção no total de beneficiários, porém, foi conquistada devido ao aumento no número de pessoas com plano empresarial. O crescimento foi de 70,7 mil beneficiários, quando comparado a 2018. Os estados que apresentaram a maior alta foram:

  • Amazonas;
  • Bahia;
  • Espírito Santo;
  • Goiás;
  • Maranhão;
  • Mato Grosso;
  • Minas Gerais;
  • Pará;
  • Paraíba;
  • Paraná.

Em relação aos planos odontológicos, ainda foi registrada uma elevação de 6,4%. Essa categoria fechou o mês de novembro de 2019 com 25,7 milhões de usuários.

Gastos da saúde privada

A pesquisa Conta Satélite de Saúde, do IBGE, registrou que as despesas com médicos e convênios atingiram R$ 231 bilhões, o que foi equivalente a 3,5% do PIB.

A despesa per capita com o consumo de bens e serviços de saúde ficou em R$ 1.714,60, muito acima do valor investido pelo governo federal, que foi de R$ 1.226,80, em média. Outro fator relevante indicado pela pesquisa foi o Valor Adicionado Bruto (VAB).

O indicador mostra a renda criada por atividade econômica em determinado período. O maior aumento foi na área da saúde privada, com 3% do total da economia. Todos esses dados levam à preocupação das empresas com a taxa de sinistralidade.

Isso porque o reajuste dos planos empresariais não é regulamentado pela ANS. Portanto, o aumento de um ano para outro pode ultrapassar os 20%, como mostra a tabela da Agência. É aqui que se torna necessário trabalhar o gerenciamento da saúde nas empresas, a fim de evitar um impacto financeiro significativo.

A mensalidade dos planos de saúde empresariais foi elevada em 149% per capita em sete anos. Com isso, chega a representar 35% da remuneração do colaborador e já é o segundo maior custo para as companhias — fica atrás da folha de pagamento.

Por isso, muitos negócios já aderiram à coparticipação. Em 2015, 51% das empresas optaram por esse modelo. Em 2019, já estava em 74%. Outra medida é a autogestão de planos de saúde.

Nesse modelo, a própria empresa administra os serviços de saúde oferecidos aos colaboradores e molda o plano conforme as demandas internas da população corporativa. Qualquer iniciativa tem seus benefícios e desvantagens. No entanto, fica clara a necessidade de agir.

A conscientização sempre é necessária, porque 19,1% das despesas assistenciais são derivadas de fraudes e desperdícios. Isso representou, segundo o IESS, R$ 28 bilhões dos gastos das operadoras, que são transferidos para as empresas no momento do reajuste da sinistralidade.

Diante desse panorama, é evidente a necessidade de melhorar a qualidade dos serviços oferecidos. É preciso investir na saúde 4.0 e em diferentes inovações tecnológicas, que ajudarão a reduzir os desperdícios e os custos das empresas, além de oferecer um bom atendimento.

Expectativas para 2020

A gestão de saúde é um desafio para empresas, governo e operadoras. É necessário investir na qualidade do atendimento e centralizar as ações no paciente. Isso requer uma mudança de paradigma, que beneficia a todos os elos dessa cadeia.

Pensando nesse contexto, é possível perceber algumas tendências para 2020. A seguir, listamos as principais. Confira!

Julgamento no STJ das mensalidades por faixa etária

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) está discutindo em 2020 a validade do aumento da mensalidade dos planos de saúde com base na faixa etária do beneficiário. Hoje, existe uma tabela a seguir. Quanto maior é a idade do segurado, mais ele paga.

A justificativa é que, com o tempo, a tendência é o uso maior do convênio médico. Por isso, a mensalidade mais alta serve para compensar os procedimentos realizados. No entanto, 766 processos já tratam desse assunto em todo o Brasil.

A decisão é válida para os planos de saúde coletivos, que têm 38 milhões de usuários e representam 80,8% do total de beneficiários. O debate começou no dia 10 de fevereiro de 2020, mas deve se arrastar por algumas reuniões.

Na primeira audiência pública, o STJ determinou a suspensão de, pelo menos, duas mil ações. Elas devem aguardar a conclusão da tese. O motivo principal da discussão é o aumento na última faixa etária, que se refere aos idosos. Nesse caso, a elevação chega a quase 100%.

Ainda é impossível saber o que vai ser determinado. No entanto, em 2017, o STJ decidiu pela legitimidade dos reajustes, desde que os percentuais sejam “razoáveis”, conforme o comunicado, e estejam previstos em contrato.

Aplicação do marketing digital na saúde

O número crescente de pacientes que buscam informações na internet exige um cuidado extra com as notícias veiculadas. Além disso, a presença de usuários em redes sociais faz com que o mercado de saúde esteja em novos canais.

A mudança de abordagem visa a uma aproximação do paciente e a uma revisão dos métodos tradicionais de divulgação. Aqui, é preciso atentar às regras do Conselho Federal de Medicina (CFM), que delimita o que é permitido e proibido.

Realização de fusões e aquisições

O Brasil registra crescimento no total de fusões e aquisições hospitalares desde 1998. Segundo um estudo da consultoria KPMG, só em 2018, houve 52 operações, maior índice registrado até então.

Junto a isso, vem a verticalização. A tendência para 2020 na gestão da saúde é significativa, já que as operadoras constroem sua própria rede de hospitais e clínicas para reduzir custos. Assim, suas diretrizes são seguidas para diminuir o número de internações e reinternações, bem como os desperdícios e as fraudes.

Esses processos são derivados da reestruturação dos sistemas de saúde, com foco no paciente e no controle da gestão da cadeia de serviços. Para ter uma ideia, a cada compra de um hospital por uma rede é verificada uma redução de custos de aproximadamente 30%.

Aqui, é importante destacar a necessidade de acompanhar o número de leitos hospitalares no País, já que esse índice sinaliza a capacidade de atendimento de alta e média complexidades em uma região. A Organização Mundial da Saúde (OMS) indica que o ideal é uma média de 3,2 leitos por mil habitantes.

No Brasil, o ano de 2019 começou com 260.695 leitos em hospitais privados. Desse total, 46,4% estavam na região Sudeste. O País ainda tinha 4.267 instituições privadas, sendo que 41,4% eram no Sudeste, notadamente em São Paulo e Minas Gerais.

A média foi de 1,95 leito para cada mil habitantes, abaixo da recomendação da OMS. Um dos motivos para esse resultado foi a queda no número de hospitais. Em 2010, eram 6.907. Em 2019, 6.702.

Também houve redução no número de leitos. Entre 2010 e 2019, a diminuição nos hospitais privados foi de 34.741, ou 11,8%. Para mudar esse cenário, é preciso fazer investimentos. A administração da saúde deve sofrer uma transformação para se tornar ainda mais sustentável.

Isso requer melhoria nos procedimentos organizacionais para diminuir gastos e variabilidade de processos. Ao contar com a tecnologia e garantir a padronização, são atingidos melhores resultados e atividades mais eficientes.

Tendências de gestão de saúde para os próximos anos

A próxima década será fortemente marcada pela implementação da tecnologia no gerenciamento da saúde.

Inteligência artificial

Os recursos de IA propiciam o avanço das ações de saúde. Com a ajuda dos robôs, é possível melhorar o diagnóstico de doenças, prevenir enfermidades e aumentar a eficácia dos medicamentos. Da mesma forma, são reduzidos os desperdícios.

Esses benefícios são tão visíveis que pesquisas da revista científica Nature mostram que os robôs conseguem fazer previsões para direcionar atividades nas instituições médicas. Além disso, a Accenture prevê economia de 150 bilhões de dólares por ano nos Estados Unidos.

O faturamento global com os sistemas de IA para saúde vão passar para 6,7 bilhões de dólares em 2021. É aqui que entram as enfermeiras virtuais, por exemplo, que realizam interações estratégicas por chatbot e coletam dados para aprimorar o atendimento fornecido aos usuários.

Telemedicina

A assistência médica pela internet é permitida por resolução do CFM de maio de 2019. A ideia é garantir um atendimento contínuo ao paciente, sem desperdiçar tempo no trânsito e na sala de espera.

Vários países já adotam essa medida. Um exemplo é o Hospital Gregorio Marañón, de Madrid, na Espanha. A instituição criou um treinamento para os profissionais a fim de facilitar o monitoramento dos pacientes a distância.

Nos Estados Unidos, o American Telemedicine Association (ATA) existe desde 1993 e incentiva os cuidados médicos com a ajuda da telecomunicação. Já existem mais de 10 mil integrantes nessa entidade.

A telemedicina pode ser complementada com a IA e outros recursos tecnológicos. Inclusive, as empresas podem adotar plataformas de gestão de saúde integrada, que trabalham o cuidado digital (high tech) com o humanizado (high touch).

Com essa ação, o colaborador é inserido em uma jornada clínica, na qual a população será estratificada para identificar possíveis doenças crônicas e a necessidade de um trabalho preventivo, entre outras medidas.

Impressões 3D

A impressão 3D já deixou de ser algo de ficção científica. Ainda nos anos 1980, a técnica já auxiliava a indústria automobilística. Agora chegou à saúde. Com os equipamentos, é possível produzir vários implantes corporais, como ossos e até réplicas de órgãos.

Nos próximos anos, o objetivo é reduzir as filas de transplante ao substituir as partes afetadas do organismo pelos itens impressos. Assim, deverá haver melhorias significativas em diferentes áreas, como a dos implantes ortopédicos.

Internet das Coisas (IoT)

A conexão dos diferentes dispositivos ajuda a gerenciar a saúde por meio dos cuidados preventivos com os pacientes. A expectativa é que a redução dos custos de assistência médica dos Estados Unidos chegue a 6 bilhões de dólares por ano, conforme a consultoria Willis Towers Watson.

Com os dispositivos conectados, como os wearables, é possível monitorar sinais vitais dos pacientes e acompanhar os indicadores de saúde. Desse modo, os idosos e os pacientes crônicos têm uma vida com mais qualidade, com redução das visitas hospitalares e dos custos gerais com os procedimentos médicos.

Planejamento de gestão de saúde: como fazer

Alcançar bons resultados no gerenciamento da saúde corporativa depende de uma série de variáveis. A empresa precisa ter um bom relacionamento com a operadora, para negociar melhor. Por outro lado, também precisa acompanhar os colaboradores, que são o alvo das ações.

Aqui, é preciso incentivar as boas práticas e a melhoria da qualidade de vida. O acompanhamento da saúde deve estar internalizado na cultura organizacional, a fim de que faça parte dos valores do negócio.

Ao fazer isso, fica mais fácil engajar os profissionais nas campanhas realizadas e incentivá-los a utilizar uma plataforma de gestão da saúde. Aos poucos, os resultados percebidos são melhores. Entre eles estão:

  • melhoria da produtividade;
  • redução do absenteísmo e do presenteísmo;
  • aumento da motivação;
  • fortalecimento da sensação de pertencimento.

Como alcançar esses objetivos? Para isso, é preciso estabelecer uma boa gestão de saúde. O que fazer? Apresentamos algumas ideias abaixo.

Use indicadores de saúde

Acompanhar indicadores é importante para qualquer ação. Eles sinalizam o caminho para o qual se está indo e se o trajeto realizado levará aos objetivos esperados. Na saúde, a prerrogativa é a mesma. Ao monitorar esses números, fica mais fácil descobrir onde estão os gargalos, o que deve ser corrigido e o que está fora da conformidade.

Por exemplo, imagine que você acompanha os dados de saúde dos colaboradores e identificou que 30% da população corporativa tem sobrepeso ou obesidade e 50% tem alguma doença crônica. Além disso, 25% estão enquadrados em critérios de risco futuro.

Esses dados justificaram o alto nível de absenteísmo e a redução da produtividade verificada nos últimos meses. Nesse caso, uma ação tomada pode ser o incentivo à prática de atividades físicas e alimentação saudável. Assim, você pode criar grupos de corrida e oferecer frutas para os lanches da manhã e da tarde.

Tudo isso precisa ser continuado com o acompanhamento dos resultados por meio de uma plataforma de gestão de saúde integrada. Assim, verifica se os percentuais de problemas diminuíram e percebe se houve melhoria na qualidade de vida dos profissionais.

Esse foi apenas um exemplo. Os indicadores sempre devem ser relevantes para o negócio, de acordo com o objetivo a ser alcançado. Na gestão da saúde, é necessário verificar os propósitos estratégicos para o negócio e evitar as chamadas métricas de vaidade, que trazem dados inúteis.

É importante destacar que os indicadores de qualidade também são importantes, porque contribuem para a melhoria do relacionamento com a operadora. A expectativa é que, para os próximos anos, a transparência das informações seja ainda mais relevante, com auditoria dos dados.

Inclusive, já aconteceram casos em que uma grande companhia criou um edital para contratação da operadora e exigiu que determinados hospitais não estivessem na lista de credenciados. O motivo? O alto custo sem comprovação de qualidade no atendimento. Em outras palavras, o retorno do investimento (ROI) seria ruim e a empresa pagaria muito alto sem oferecer um serviço condizente.

Desse modo, os indicadores ajudam a inverter o cenário, em que a empresa tem o direito de exigir informações e ser recompensada na mesma medida. Com isso, há redução de custos devido à diminuição da sinistralidade.

Analise o histórico de sinistralidade

Avaliar como o plano de saúde é utilizado é a melhor maneira de reduzir a sinistralidade. Como o modelo de cobrança é o fee for service, a empresa paga de acordo com a quantidade de procedimentos realizados. Isso leva a vários desperdícios.

Por exemplo, em 2018, a despesa assistencial foi de R$ 161,5 milhões, alta de 7,2% em comparação com 2017. O principal impacto foi o número de internações. No entanto, existem outros fatores que levam ao uso indevido. Entre eles estão:

  • marcação de consultas com profissionais da mesma especialização;
  • realização de exames clínicos com prazo menor do que o ideal para a prevenção;
  • repetição de exames desnecessários;
  • uso de pronto-socorro de forma desnecessária, em vez de buscar ajuda especializada no momento certo.

Perceba que muitas dessas ações são derivadas da falta da medicina preventiva. Com essa utilização inadequada, a taxa de sinistralidade aumenta. Por isso, é importante incentivar a proatividade e conscientizar os colaboradores sobre a necessidade de usar bem o plano de saúde.

A própria coparticipação costuma levar a esse resultado. Como parte dos procedimentos sai do bolso do indivíduo, ele tende a pensar duas vezes antes de utilizar o convênio por qualquer motivo. O cuidado, aqui, é com a interrupção total do uso, que também é ruim, já que situações emergenciais podem ocorrer e são mais caras. Novamente, é preciso da conscientização para ter mais eficiência nos resultados.

Mapeie os riscos

Identificar os riscos que afetam os colaboradores é outro ponto importante para fazer a gestão de saúde de forma eficiente. Quando você usa uma plataforma integrada, que estabelece uma jornada clínica, é possível estratificar a população e identificar quais deles estão dentro do conceito de risco.

Além disso, aproveite para analisar as condições do ambiente físico oferecido pela empresa. Avalie a oferta de espaços ergonômicos e o incentivo à boa qualidade de vida. Confira o volume de trabalho, se existe sobrecarga, a pressão por resultados e mais. Tudo isso contribui para a saúde física e mental dos colaboradores.

Adote ações preventivas

Evitar riscos que prejudiquem a saúde do colaborador é essencial. Essa é a ideia da medicina preventiva, que precisa ser colocada em prática para reduzir a taxa de sinistralidade. Como a empresa pode ajudar nesse critério?

Várias ações podem ser adotadas, como promover ações voltadas para alimentação saudável, prática de atividades físicas e desistência do tabagismo e de bebidas alcoólicas. Aqui, vale a pena lembrar que quem tem convênio médico costuma ter mais maus hábitos do que aqueles que dependem do SUS. Um estudo do IESS mostra que:

  • 26% das pessoas com plano de saúde consomem doce mais de 5 dias por semana, enquanto 19,8% de quem não tem convênio tem o mesmo hábito;
  • 65,4% dos beneficiários consomem feijão mais de 5 vezes por semana, contra 74,7%;
  • 15,8% dos usuários ingerem mais sal do que deveriam, contra 13,5%;
  • 9,4% trocam uma refeição por salgados, pizzas ou sanduíches, contra 5,4%;
  • 31% consomem álcool uma vez ou mais por mês e 28% uma vez ou mais por semana, contra 24,6% e 22,2%, respectivamente;
  • 22,3% têm hipertensão arterial, contra 21%;
  • 6,8% têm diabetes mellitus, contra 6%;
  • 15,5% têm colesterol alto, contra 11,3%.

Ao estimular a adoção de uma vida mais saudável, esses comportamentos são modificados e várias doenças são prevenidas. Como consequência, é verificada redução da taxa de sinistralidade e uso mais eficiente do plano de saúde.

Com todas essas dicas, a gestão de saúde é melhorada e sua empresa tem um retorno positivo significativo. Para isso, é importante contar com a tecnologia. Dessa forma, será possível lidar com todos esses indicadores e recursos de maneira mais transparente.

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