Guia completo para implementar a gestão de saúde corporativa em seu negócio

By 23 de setembro de 2019Notícias

saúde corporativaAtentar à saúde corporativa do seu negócio é a melhor forma de garantir o bem-estar dos colaboradores. Os benefícios, porém, são ainda mais significativos: representam a possibilidade de aproveitar as oportunidades, aumentar a motivação e o engajamento dos profissionais e elevar a produtividade. O resultado impacta até mesmo nos aspectos financeiros do negócio.

A questão é que implementar uma gestão de saúde empresarial é uma ação complexa e que exige atenção a diferentes detalhes, que vão desde a documentação exigida até a adoção de boas práticas.

Mas como colocar todas as medidas em funcionamento? É isso o que vamos apresentar neste guia completo. Continue a leitura e fique por dentro do assunto!

O que é saúde corporativa?

Diferente do conceito aplicado há alguns anos, a saúde corporativa consiste em promover ações que visem ao bem-estar dos colaboradores. O objetivo é garantir a qualidade de vida dos profissionais — uma abordagem que contempla mente, corpo e espírito.

Assim é o entendimento da Organização Mundial da Saúde (OMS). De acordo com a entidade, ser saudável significa estar em “um estado de completo bem-estar físico, mental e social”. Por isso, é algo que vai além da ausência de enfermidades e afecções.

Nesse contexto surgiram outros conceitos relevantes, como qualidade de vida no trabalho. Juntas, essas propostas foram responsáveis por mudar a visão de colaboradores e empresas. Hoje, a atuação é muito mais preventiva que emergencial.

Esse cenário, claro, era muito diferente até aproximadamente 10 anos atrás. Nessa época, as organizações apenas se preocupavam quando o colaborador ficava doente ou um cuidado específico com o corpo se mostrava necessário.

Essa visão reducionista gerou impactos financeiros negativos para as corporações. Para se ter uma ideia, ocorreram mais de 800 mil acidentes de trabalho em 2018 no Brasil. A estimativa é de que um evento como esse aconteça a cada 48 segundos.

O número é alarmante, mas se torna ainda mais quando são observados os resultados alcançados entre 2012 e 9 de agosto de 2019. Nesse período, segundo o Observatório de Segurança e Saúde no Trabalho, do Ministério Público do Trabalho, foram registrados:

  • 4,89 milhões de acidentes de trabalho com carteira assinada;
  • 17.874 mortes de trabalhadores com carteira assinada, o que resulta em um falecimento a cada 3h43min;
  • 382,15 milhões de dias de trabalho perdidos com afastamentos acidentários;
  • R$ 85,816 milhões gastos com afastamentos acidentários;
  • 2,85 milhões de notificações no Sistema Nacional de Agravos de Notificação (SINAN).

É importante destacar que esses dados são atualizados em tempo real. Portanto, são válidos para a data já mencionada e crescem todos os dias. De toda forma, eles demonstram como a saúde corporativa é relevante para diminuir esses impactos. O mesmo relatório ainda mostra os tipos de lesão mais frequentes entre 2012 e 2018:

  • corte, laceração, ferida contusa e punctura (734.515);
  • fratura (610.325);
  • contusão e esmagamento (547.441);
  • distensão e torção (321.437);
  • lesão imediata (285.265).

Diante desse contexto, fica clara a necessidade de se preocupar com a saúde nas empresas. Se ainda assim você tem dúvidas, existem outros dados que confirmam essa afirmação. Você sabia que as companhias brasileiras são as que mais gastam com políticas de convênios médicos e pagamento de licenças e afastamento por doenças no mundo?

Isso é o que mostra uma pesquisa da Associação Brasileira de Recursos Humanos — Brasil (ABRH–Brasil) e da Aliança para Saúde Populacional (ASAP). De acordo com o levantamento, os gastos com saúde aumentaram mais que a inflação para 81% das empresas brasileiras.

Os maiores gastos foram com planos de saúde individuais e coletivos. Logo atrás, vem a folha de pagamento. Os custos chegam a representar entre 10% e 20% do total efetivado pelas companhias.

O maior problema identificado foi que 71% das organizações têm programas e estratégias voltados à saúde corporativa. Isso demonstra a falta de eficiência das ações. Por isso, o diretor de Desenvolvimento de Pessoas da ABRH, Luiz Edmundo Rosa, destacou:

[…] as principais razões do alto custo são sistemas frágeis de gestão corporativa, a ausência de indicadores e ações de prevenção muito isoladas. Essa falha impacta diretamente a produtividade e, consequentemente, os resultados das empresas.

A fala evidencia por que é importante contar com ações de promoção à saúde corporativa. Seu desenvolvimento precisa ser acompanhado por um profissional especializado, que as direcionará de maneira eficiente. Assim, é possível:

  • reduzir o absenteísmo;
  • diminuir o presenteísmo (isto é, aqueles momentos em que o colaborador está na empresa, mas sua mente está longe);
  • aumentar a retenção de talentos e reduzir o turnover;
  • melhorar o clima organizacional para ter uma equipe integrada e satisfeita;
  • diminuir o número de acidentes de trabalho, a fim de aumentar a atenção dos colaboradores;
  • elevar a produtividade da equipe.

Como a saúde corporativa impacta diretamente uma organização?

A saúde mental no trabalho, assim como a saúde física, precisa ser uma preocupação constante das empresas. O foco é uma atuação estratégica, que reconheça o perfil e o estilo de vida dos colaboradores, para definir as medidas mais adequadas.

Ao agir dessa forma, você inicia o processo de melhorias na empresa, a fim de garantir a saúde de todos os profissionais. Ao mesmo tempo, agrega valor aos colaboradores, porque deixa de atentar somente à assistência e assegura a qualidade dos resultados.

Com esse direcionamento, os impactos alcançados com a saúde corporativa são significativos. Conheça alguns dos principais.

Melhoria dos resultados do negócio

A gestão empresarial das ações promotoras da saúde devem ser encaradas como algo mais amplo que evitar acidentes e oferecer um plano de saúde. A prevenção, na realidade, abrange tanto as doenças corporais quanto as mentais, especialmente aquelas que se desenvolvem aos poucos.

Dois exemplos são as Lesões por Esforços Repetitivos (LER) e os Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (DORT). Ambas são as doenças que mais acometem os trabalhadores no Brasil, segundo estudo do Ministério da Saúde.

Para ter uma ideia, os casos de LER e DORT cresceram 184% entre 2007 e 2016, último ano analisado. Outros problemas relevantes são a obesidade e o sedentarismo. O primeiro afeta 19,8% dos brasileiros, sendo que 53% está com excesso de peso.

Em relação ao percentual de pessoas obesas, o índice aumentou 67,8% entre 2006 e 2018. Para as empresas, essa situação é responsável por parte dos custos totais de absenteísmo. A porcentagem fica entre 6,5% e 12,6%.

O mesmo estudo — divulgado no Journal of Occupational and Environmental Medicine — ainda destacou a diferença de custos de um colaborador com peso considerado normal e um obeso. O primeiro tem gastos com saúde anuais de 3.838 dólares. O segundo fica entre 4.252 e 8.067 dólares.

Por sua vez, 45,8% fazem exercícios de forma insuficiente. A realização de atividades físicas é fundamental para evitar e tratar doenças crônicas não transmissíveis, como é o caso das cardiovasculares e mentais, câncer e diabetes.

Os dados da Agência Nacional da Saúde (ANS) indicam que essas enfermidades causam 71% das mortes no mundo. Além disso, o sedentarismo custa aproximadamente 54 bilhões de dólares no mundo devido à assistência médica direta.

Ainda existem as doenças mentais. O Brasil, aliás, é líder no ranking de ansiedade e depressão ocupacional na América Latina. Até o final de 2018, 5,8% da população tinha ou já teve a segunda, enquanto 9,3% sofrem com a primeira.

No que se refere ao estresse, 70% dos brasileiros já tiveram algum sintoma. Desse total, 69% apontam o trabalho como causa principal. Por isso, de janeiro a setembro de 2018, o INSS concedeu 8.015 licenças por transtornos comportamentais e mentais — aumento de 12%, quando comparado ao mesmo período do ano anterior.

Todos esses dados mostram que se preocupar com a saúde corporativa é algo essencial — e precisa ser colocado em prática o quanto antes. Os benefícios nos resultados são percebidos a curto, médio e longo prazos e se refletem em aumento da satisfação do colaborador, da produtividade e até das vendas.

Outros fatores positivos verificados são o desenvolvimento da criatividade, das práticas comunicativas e da concentração. Isso traz impactos à saúde, com tendência de redução dos índices de sinistralidade, já que as pessoas têm mais bem-estar e gastam menos com os convênios médicos.

Aumento do capital intelectual

A gestão voltada para a saúde do time foca a capacitação e o desenvolvimento pessoal. Há melhoria do aperfeiçoamento das atividades, porque o capital humano deixa de ser visto apenas como recurso e passa a ser encarado como uma parceria. Assim, a lógica é direcionada para uma relação de ganha-ganha, em que profissional e organização recebem vantagens.

Engajamento dos colaboradores

O bem-estar corporativo gera maior engajamento dos profissionais devido à qualidade de vida no trabalho. Há aumento da produtividade e redução do absenteísmo. O motivo é simples: os colaboradores estão mais satisfeitos em suas funções por perceberem que a empresa busca oferecer um ambiente positivo.

Com isso, os colaboradores têm mais capacidade de atingir as metas e executar suas atividades. Perceba que o engajamento e a motivação têm a ver com salário e benefícios, mas também estão diretamente relacionados ao clima organizacional. Caso contrário, a chance de ter um turnover elevado é maior.

Diminuição dos problemas de saúde

As doenças, as enfermidades e as indisposições físicas e mentais causam prejuízos à performance do colaborador. Ao mesmo tempo, elevam a sinistralidade do plano de saúde, devido aos atendimentos recorrentes. Para mudar esse cenário, é preciso incentivar a mudança de hábitos.

Isso passa por estimular a prática de atividades físicas, o equilíbrio, o bem-estar e a nutrição saudável, além de oferecer canais de apoio emocional. Ter esse cuidado com a saúde corporativa é a melhor forma de prevenir o aparecimento de doenças crônicas. Afinal, o sedentarismo é o quarto principal fator de risco de mortalidade no mundo. Ele ainda favorece o aparecimento de doenças, como câncer, diabetes e as cardiovasculares.

Aperfeiçoamento das atividades

As funções são exercidas da melhor maneira possível quando o trabalhador tem uma saúde positiva. É verificado aumento da produtividade e o cliente recebe produtos e serviços de mais qualidade, o que tende a levar à fidelização. O resultado é a elevação dos lucros do negócio.

Melhoria no relacionamento interpessoal

As atividades físicas melhoram a disposição, a satisfação e a tolerância de quem as pratica. Essas sensações surgem devido à liberação de endorfina, um hormônio que aumenta a sensação de bem-estar. Com isso, há melhoria no relacionamento interpessoal, já que todos trabalham melhor.

Essa consequência gera benefícios para o trabalho em equipe, que se torna mais eficiente. A atuação sinérgica ainda contribui para o clima organizacional, o aumento da produtividade e a redução dos conflitos. Em outras palavras, é criado um ambiente mais leve, equilibrado e com um fluxo de trabalho eficaz.

Como implementar a saúde corporativa na organização?

A implantação de programas específicos para essa finalidade é a melhor saída. A elaboração precisa ser focada e estratégica, a fim de garantir a competitividade das ações e promover benefícios claros ao negócio.

Para chegar a esse patamar, é preciso eliminar as cargas horárias de trabalho elevadas e perceber os colaboradores como seres humanos. Dessa forma, é possível aumentar a produtividade e reduzir os custos implicados.

Mais que isso, é preciso reconhecer a saúde empresarial como um tema relevante. A proposta é oferecer o plano de saúde, mas também indicar ações preventivas, que mudem os hábitos dos colaboradores e permitam otimizar o uso do convênio médico, a fim de reduzir a sinistralidade.

Perceba que o propósito, portanto, é ajudar o profissional a ter melhor qualidade de vida para aproveitar esses benefícios em prol da empresa. É assim que todos ganham e alcançam um patamar mais elevado de saúde no ambiente organizacional.

A partir da consideração dessa necessidade, listamos algumas boas práticas para a implementação da saúde corporativa. Conheça as principais!

Avalie o impacto do plano de saúde nos custos corporativos

Os dados da Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge) mostram que a assistência médica impacta 12,71% da folha de pagamento e pode chegar a até 25% dos gastos, em alguns casos. Além disso, o valor médio despendido por colaborador teve alta de 19% entre 2016 e 2017.

Para se ter uma ideia, a saúde representa o segundo principal fator de peso na folha de pagamento. Seu crescimento também é duas ou três vezes maior que a inflação. Em 2019, por exemplo, enquanto o IPCA ficou em 3,75%, os planos coletivos tiverem reajustes de até 20%.

Esse índice só pode ser modificado com a ajuda de programas de saúde, a exemplo de gestão de trabalhadores gestantes e com doenças crônicas. Também é importante trazer foco para a nutrição, qualidade de vida e saúde mental. Tanto é que uma pesquisa da Abramge identificou que 52% das empresas pretendem investir nessas iniciativas.

O mesmo levantamento ainda mostrou que 50% mudarão seus programas de benefícios. O foco passará a ser o controle de custos e a equiparação às práticas do mercado. Para isso, é preciso entender a realidade da população corporativa.

O objetivo é fazer uma triagem eficiente, que evidencie as particularidades na saúde dos colaboradores. A partir dos dados, é possível oferecer soluções e orientações simples, como a implantação de programas de exercícios ou de alimentação, e até mudança nos planos de saúde.

Nesse momento, lembre-se de utilizar os exames de admissão e periódicos como fontes de informação. Esses momentos são importantes para entender o estilo de vida dos colaboradores, seus fatores de risco e doenças em acompanhamento. Ao integrar essas informações ao uso do plano e a um sistema de monitoramento contínuo, é possível ter uma gestão estratégica.

Um exemplo simples é esse: imagine que você identificou que há vários grupos de colaboradores com doenças crônicas. Nesse caso, fazer uma gestão apropriada por meio de um programa de monitoramento é uma boa saída. A proposta é evitar a progressão e o agravamento dessas condições a partir da mudança dos fatores de risco.

Calcule o impacto de afastamentos e absenteísmo

O investimento na saúde da empresa evita a alta ocorrência de afastamentos e faltas. Vários motivos levam a esses problemas, como o estresse diário, a ansiedade, a pressão para alcançar metas, a competitividade entre os profissionais e até as lesões físicas geradas por esforço repetitivo ou acidentes laborais.

Essas questões são tão relevantes que dados da OMS sinalizam o Brasil como o país mais ansioso do mundo — com 9,3% da população com algum transtorno — e o quinto com mais casos de depressão. As perdas globais chegam a 1 trilhão de dólares por ano devido a problemas mentais, sendo o estresse laboral responsável por 120 mil mortes nos Estados Unidos.

No Brasil, 37,8% dos afastamentos registrados em 2016 foram gerados por depressão. Ao mesmo tempo, um estudo da OMS aponta que companhias com programas internos de gestão de saúde diminuem em até 30% as despesas com absenteísmos e tratamentos médicos.

Tenha um planejamento bem definido

A definição das atividades a serem colocadas em prática depende da realidade corporativa. É preciso considerar as informações de hábitos, perfil e estilo de vida dos colaboradores para compreender as especificidades da companhia e fazer o planejamento. Nesse momento, é possível adotar diferentes opções, por exemplo:

  • palestras sobre temáticas diversas;
  • gincanas e dinâmicas para promover a interação entre os colaboradores e aumentar o engajamento;
  • abordagens pessoais para mensurar os índices de saúde e hábitos de vida, e fornecer orientações conforme os resultados alcançados;
  • espaço saúde, a fim de avaliar e orientar diferentes aspectos da saúde do profissional, especialmente aqueles referentes às doenças ocupacionais.

Ao fazer esse planejamento, você também verifica quais serviços são mais indicados para ter no plano de saúde da companhia e reduz a sinistralidade por oferecer iniciativas apropriadas ao perfil dos usuários. Por exemplo, se for identificado que o sedentarismo é um dos principais problemas, é possível adotar programas de ginástica laboral e outras atividades que estimulem a prática de exercícios físicos.

Conte com uma gestão estratégica alinhada

A gestão estratégica depende do conhecimento das necessidades dos colaboradores para adotar ações alinhadas a essas demandas. É possível captar informações dos exames admissionais e periódicos e também por meio de aplicativos, questionários de saúde e outras iniciativas que contribuam para a obtenção de dados.

Todas essas informações devem servir a um único propósito: gerar e permitir o compartilhamento de dados para integrar a gestão do benefício à saúde ocupacional. Por isso, considere:

  • se o ambiente de trabalho é insalubre;
  • como é o clima organizacional entre as equipes;
  • como os gestores agem;
  • qual é o índice de absenteísmo e turnover.

Tenha em mente que a ideia é monitorar os riscos que impactam os profissionais para definir ações estratégicas. Dessa forma, é possível contar com uma modelagem preditiva, que vai estimar a probabilidade de eventos a partir dos dados históricos. Dessa forma, a atuação é preventiva e com o foco na antecipação de resultados e comportamentos.

Conscientize os colaboradores sobre a importância da saúde para o meio corporativo

As ações somente terão efeitos positivos se os profissionais entenderem sua real importância. O recomendado é adotar modelos de avaliação objetivos, que incluam exames e retirada de medidas corporais para incentivar a consciência dos colaboradores.

Além disso, as palestras e as ações educacionais são fundamentais. Implemente apresentações diversificadas, que contem com recursos tecnológicos e orientem os colaboradores sobre o uso consciente do plano de saúde e a necessidade de se manter ativo e ter uma alimentação equilibrada.

Outra iniciativa é a semana da saúde. Esse é um evento corporativo com diferentes atividades que buscam informar, conscientizar, sanar dúvidas e ajudar o colaborador a cuidar de suas condições mentais e físicas. Ao agir dessa forma, vários benefícios são atingidos:

  • elevação do engajamento da equipe;
  • aumento da vantagem competitiva;
  • fortalecimento da atração e da retenção de talentos;
  • prevenção de doenças ocupacionais e crônicas;
  • redução de gastos derivados do adoecimento de colaboradores;
  • estreitamento de laços entre empresa e equipe.

Preocupe-se com a infraestrutura do negócio

A empresa deve ter uma infraestrutura positiva e adequada aos colaboradores para alcançar melhores resultados. Na prática, isso significa oferecer móveis ergonômicos, ambientes confortáveis e arejados e possibilidades de distração durante os intervalos, como salas com jogos, pufes, revistas e música ambiente.

Lembre-se de que essa é uma forma de ter uma cultura organizacional humanizada, que incentiva a produtividade justamente por oferecer uma infraestrutura mais flexível. O resultado é o estímulo a práticas colaborativas, que ajudam o colaborador a desenvolver sua criatividade.

Conte com a tecnologia como aliada

Uma forma eficiente de implementar programas de saúde corporativa é adotar ferramentas de acompanhamento. Elas são individualizadas e analisam as necessidades dos colaboradores para traçar estratégias adequadas. Com uma solução certa, você tem acesso a recursos como:

  • modelagem preditiva para definir ações futuras com base em dados históricos;
  • central de saúde 24×7 para esclarecer dúvidas e necessidades, bem como orientar sobre o tipo de serviço mais adequado ao problema;
  • coaching preventivo, a fim de apoiar a mudança de comportamentos e ajudar no controle do estresse, prevenção da depressão, eliminação do tabagismo, controle do peso e da hipertensão e estabelecimento de uma alimentação saudável;
  • gestão de crônicos, com um programa de monitoramento personalizado para doenças não transmissíveis, como hipertensão, diabetes, asma, insuficiência cardíaca congestiva etc.;
  • programa de envelhecimento saudável, a partir de um monitoramento personalizado e proativo;
  • programa de saúde mental para verificar as condições emocionais mais relevantes e facilitar a gestão e a coordenação de cuidados médicos;
  • gestão em ortopedia, com o propósito de ter uma visão integral de pessoas com dores nos ombros, coluna e joelhos;
  • programa de alta hospitalar, que está baseado em intervenções de apoio ao cumprimento dos cuidados médicos após a internação.

Além dessas funcionalidades, ainda é oferecido um dashboard gerencial, que fornece os dados em um só lugar e coloca o indivíduo como personagem central do sistema de saúde. A partir disso, ele tem informações sobre seu histórico e acessa conteúdos educativos e intervenções personalizadas.

Procure parceiros que contribuirão nesse processo

As ações apresentadas até aqui devem ser aprimoradas com a ajuda de um parceiro estratégico. O ideal é que ele ofereça os recursos tecnológicos apresentados, a fim de ajudar sua empresa a implementar soluções eficazes e programas voltados à realidade organizacional.

Ao focar esses aspectos, é possível alcançar a manutenção planejada da saúde, a eliminação dos fatores de risco e a otimização da gestão de doentes crônicos. Por isso, é preciso encontrar um parceiro que auxilie a mudança de comportamento, o engajamento dos colaboradores aos programas e a mensuração de resultados.

É o caso da Sharecare, que oferece uma plataforma específica com uma equipe multidisciplinar de especialistas em saúde. Desse modo, os programas de saúde são integrados às necessidades da companhia, o foco é a experiência do usuário e a solução avalia as cinco dimensões do bem-estar: propósito, social, financeiro, comunidade e físico.

Com todas essas práticas, você integra a saúde digital (high tech) à saúde humanizada (high touch) para engajar os colaboradores e incentivá-los a ter uma vida mais equilibrada. Além disso, você ainda reduz os desvios de resultados e tem uma atuação mais estratégica e direcionada.

Agora que você sabe o que fazer, que tal conhecer melhor a plataforma da Sharecare? Entre em contato com nossos consultores e veja como os recursos oferecidos por nossa plataforma ajudarão a atingir os resultados esperados!

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