Saúde e segurança no trabalho: um guia completo

By 14 de outubro de 2019Notícias

O bem-estar e a qualidade de vida dos colaboradores vão além das ações realizadas no âmbito residencial. O cuidado com a saúde e a segurança no trabalho também precisa ser uma constante, inclusive porque contribui para a redução de custos na empresa.

Boa parte das iniciativas já está disposta em legislações brasileiras, por exemplo, na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e em Normas Regulamentadoras (NRs). Ainda assim, os dados de acidentes ocorridos no ambiente corporativo e de doenças ocasionadas pelo exercício das funções são significativos, como veremos em seguida.

O que fazer diante desse contexto? Qual a importância de seguir as boas práticas? Quais são as vantagens obtidas? Quais são as principais medidas de segurança a serem adotadas? Essas são as perguntas que responderemos neste artigo a partir de agora. Confira!+

A importância de seguir as normas de segurança do trabalho

O Brasil conta com NRs desde a década de 1970. Criadas com o objetivo de prevenir acidentes e doenças provocadas ou agravadas pelo trabalho executado, elas consistem em obrigações trabalhistas para proteger os colaboradores.

Ao mesmo tempo, definem os parâmetros mínimos e as instruções de saúde e segurança a serem cumpridos. Esse foi o primeiro passo do País em direção à aplicação de boas práticas no âmbito corporativo. Hoje, existem 35 NRs válidas. Elas abrangem:

  • iluminação adequada;
  • acústica apropriada;
  • uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs).

Seu objetivo é evitar acidentes e reduzir a incidência de doenças ocupacionais. Além disso, as normas pretendem reduzir os afastamentos e o presenteísmo — que ocorre quando o colaborador está no ambiente de trabalho, mas não está focado na função exercida —, além de aumentar a produtividade e estabilizar o Fator Acidentário de Prevenção (FAP).

Apesar disso, os dados relativos à saúde e segurança corporativos nem sempre são positivos. Entre 2012 e 2018, foram registradas uma morte por acidente de trabalho a cada 3 horas e 40 minutos, o que resulta em 17.200 falecimentos devido a incidentes ou doenças referentes à atividade laboral.

O resultado traz um título pouco honroso para o Brasil: 4º lugar no ranking mundial de acidentes de trabalho. Com isso, foram perdidos 351 milhões de dias úteis por conta dos afastamentos. Em todo o país, os gastos foram de R$82 bilhões.

Em 2018, especificamente, os acidentes de trabalho voltaram a aumentar. Essa foi a primeira vez desde 2013. Naquele ano, foram registradas 2.022 mortes de empregados formais ou autônomos registrados no sistema da Previdência Social.

Em relação às doenças ocupacionais, as Lesões por Esforço Repetitivo (LERs) e os Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (DORTs) são os mais comuns. Entre 2007 e 2016 foram notificados 67.599 casos, uma alta de 184%.

Ainda existem os transtornos mentais, que precisam ser tratados pela empresa da mesma forma que as doenças físicas. Enquadram-se nessa categoria a depressão, o transtorno do pânico, a ansiedade e a síndrome de burnout (fadiga excessiva), que são os mais comuns.

Esses transtornos são, inclusive, as principais causas de afastamento no país. Em 2017, foram registrados 43,3 mil auxílios-doença devido a episódios depressivos. Os transtornos ansiosos chegaram a 28,9 mil casos e os depressivos geraram 20,7 mil benefícios.

Os principais motivos que levam a essa situação são: jornadas de trabalho exaustivas, falta de reconhecimento, imposição de metas abusivas, pouca autonomia no ambiente corporativo e excesso de autocobrança.

As principais NRs sobre saúde e segurança no trabalho

Os dados apresentados acima evidenciam que, apesar da existência das NRs, elas nem sempre são cumpridas. Além disso, o governo federal implementou mudanças em 2019 e anunciou que deve fazer mais modificações.

Antes, existiam 36 NRs. No entanto, uma delas foi revogada, a de número 2. Ela tratava da obrigatoriedade de solicitar aprovação prévia das instalações à fiscalização trabalhista. Outras duas normas foram revisadas. Elas são a 1 e a 12.

A primeira apresenta as disposições gerais das NRs. Entre as principais mudanças nesse caso está a questão do treinamento. O colaborador que tiver passado por capacitação em uma empresa poderá aproveitar esse conhecimento ao ser contratado em outra.

Por sua vez, a norma 12 aborda a segurança no uso de equipamentos e máquinas. A revisão do governo estabeleceu que será preciso analisar os riscos a partir do estado da técnica e o momento construtivo. Só depois disso é possível determinar quais medidas deverão ser adotadas. Outras NRs relevantes são:

  • 5 — determina a criação da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) para garantir a qualidade dos equipamentos de segurança, apresentar ideias e propor medidas para melhorar a rotina de trabalho e evitar incidentes;
  • 6 — define a obrigatoriedade de uso de EPIs, com oferta gratuita por parte da empresa, Certificado de Autorização (CA) e realização de treinamento para utilização e guarda dos dispositivos;
  • 10 — especifica os riscos de se expor a instalações elétricas e fontes de eletricidade em geral. Apresenta os cuidados para exercer esse tipo de função, como proteção completa de pés, mãos e cabeça, uso de luvas de borracha e de capacetes com revestimentos isolantes;
  • 16 — especifica as diretrizes para proteger os colaboradores ao máximo e, caso continue exposto a nível elevado de riscos, determina o recebimento de 30% de adicional a título de periculosidade;
  • 20 — oferece os padrões de segurança obrigatórios para manipulação de combustíveis e inflamáveis;
  • 23 — destaca as medidas adotadas para prevenir incêndios;
  • 28 — indica as irregularidades simples e graves cometidas pelas empresas e que levam a multas e penalidades no processo de fiscalização;
  • 33 — cita as ações necessárias para reduzir riscos e criar ambientes seguros quando os espaços forem confinados. Aborda ventilação, limitação de acesso e saídas, e escassez ou excesso de oxigênio;
  • 35 — trata do trabalho em altura e vale para qualquer atividade realizada acima de dois metros do solo.

Como fica claro, existem regras para todas as situações trabalhistas. Apesar de as NRs não abordarem especificamente as doenças ocupacionais e transtornos mentais, a de número 17 abrange questões de ergonomia.

Ela é válida para todas as empresas, já que elas sempre têm um ou mais setores com funções administrativas e que exigem que os colaboradores fiquem sentados o tempo todo. Sem cuidado, essa situação gera as DORTs e LERs, além de sedentarismo, obesidade e as chamadas Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNTs).

Os dois primeiros fatores estão inter-relacionados. O Brasil é o líder mundial em sedentarismo. Por isso, a obesidade também avança a passos largos. O cenário exige uma mudança de hábitos de vida urgente, que precisa ser incentivada pelas organizações.

Para se ter uma ideia, 12,9% das crianças entre 5 e 9 anos estão obesas e 17% das menores de 5 anos têm excesso de peso. Considerando o total da população brasileira, 53% está acima do peso ideal. Além disso, 45,8% praticam atividade física de forma insuficiente.

O Ministério da Saúde ainda divulgou em 2019 que 3 em cada 100 mortes no País devem ser influenciadas pelo sedentarismo. Isso porque dados de 2017 do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) evidenciam que foram registrados 1,3 milhão de óbitos no período, sendo que 34.273 estão relacionados a doenças como câncer de mama e de cólon, diabetes e problemas cardiovasculares.

É importante mencionar que a falta de atividades físicas leva ao surgimento de DCNTs relacionadas ao excesso de peso, especialmente diabetes e hipertensão, alguns tipos de câncer e patologias cardiovasculares.

As principais medidas de segurança a serem adotadas

A legislação vigente no Brasil é ampla e envolve várias medidas de saúde e segurança no trabalho. Elas são obrigatórias para as empresas, que precisam analisar sua realidade e seu ramo de atuação para aplicar as ações mais adequadas ao contexto. Somente dessa forma é possível garantir ao máximo a proteção dos profissionais.

O que fazer? As principais recomendações são as que apresentamos em seguida. Veja!

Entenda sobre os EPIs

Os Equipamentos de Proteção Individual são regulamentados pela NR 6. Existem diferentes tipos, que protegem cabeça, vias respiratórias, audição, olhos e face, pés e pernas, mãos e braços, tronco e contra quedas. Como há essa diversidade, torna-se necessário identificar o tipo de risco ao qual o trabalhador estará exposto para determinar o EPI mais apropriado.

É o caso de profissionais que trabalham em indústrias com alto nível de poluição sonora. Eles precisam usar protetores auriculares. Por sua vez, quem trabalha com eletricidade deve usar luvas, botas e capacete emborrachados. Lembre-se ainda de que todos os dispositivos devem ter o CA válido. Caso contrário, não podem ser considerados EPIs.

Promova treinamentos

A empresa tem o dever de realizar capacitações e treinamentos para uso dos EPIs e cumprimento de outras normas de segurança. Vários modelos podem ser adotados. Entre os principais estão:

  • integração — é voltado para novos colaboradores e informa sobre condições de trabalho e possíveis riscos atrelados à função do profissional;
  • conscientização — foca o entendimento dos riscos aos quais os profissionais estão expostos. Abrange palestras motivacionais para ensinar as medidas certas;
  • análise de riscos — antecipa problemas e apresenta as técnicas de acompanhamento para evitar acidentes e potenciais perigos;
  • prevenção — reforça a cultura da adoção de boas práticas para que todos os colaboradores se mantenham de maneira alinhada;
  • ergonomia — consiste na indicação da importância da boa postura e das melhores formas de evitar LERs e DORTs.

Construa uma equipe responsável para isso

As ações de segurança e saúde no trabalho devem ser priorizadas por uma equipe específica, a CIPA. Ela deve ser formada por profissionais capacitados, que ainda se preocuparão com a rotina dos colaboradores.

Essa equipe deverá se atentar ao trabalho realizado pelos profissionais, verificar o uso correto de EPIs, fiscalizar as ações e ainda realizar simulações para estimular o comportamento seguro. Caso observe hábitos prejudiciais, eles devem ser corrigidos na hora.

A CIPA é formada por representantes indicados pela direção e eleitos por colaboradores. Ela também deve criar regras a serem cumpridas na empresa e fornecer o apoio necessário aos profissionais.

Lembre-se ainda de cuidar mais que da segurança. Atentar à saúde mental e ao bem-estar é essencial. Aqui, cabe estabelecer medidas de prevenção, promover atividades físicas e criar programas específicos para a população de risco.

Conscientize os colaboradores sobre a importância dessas medidas

A saúde e a segurança no trabalho dependem do esforço de todos. Por isso, os profissionais da empresa precisam ser conscientizados. Afinal, assim como a empresa tem seus direitos e deveres, os colaboradores também têm.

Apresente a todos como os EPIs devem ser usados e a importância da adoção de boas práticas. Mostre ainda como a limpeza e a higiene são relevantes para a prevenção de doenças e acidentes. Para isso, realize campanhas e feiras de saúde, e promova atividades, palestras e gincanas.

A Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho (SIPAT) é outra boa iniciativa. Ela precisa ser realizada uma vez ao ano e abordar diferentes assuntos, para ser o mais eficiente possível.

Por fim, avalie todas essas medidas com frequência, para verificar aquelas que trazem mais resultados. Se necessário, faça alterações. Investigue para identificar as fragilidades de segurança e evitar imprevistos.

Os 5 benefícios de se investir nessa área

As medidas apresentadas são simples de serem adotadas. No entanto, muitas empresas questionam se o retorno apresentado é válido. Para comprovar, apresentamos a seguir os benefícios, que são significativos. Confira!

1. Aumento da produtividade dos colaboradores

A redução do número de acidentes e doenças ocupacionais gera melhoria da produtividade. A consequência é derivada do menor tempo de interrupção do trabalho, já que absenteísmo, presenteísmo e concessão de licenças causam prejuízos à empresa.

Para se ter uma ideia, uma pesquisa da International Stress Management Association no Brasil (ISMA–BR) mostrou que 89% dos trabalhadores entre 25 e 60 anos sentem sintomas físicos do presenteísmo. Ele costuma vir acompanhado de dores musculares constantes e de cabeça.

Mais que isso, 86% dos profissionais têm problemas de ansiedade e 81% informaram sentir angústia com frequência. A pesquisa ainda apontou que 23% dos adultos são presenteístas, sendo que, no setor industrial, o índice chega a 35%.

Não existem pesquisas sobre absenteísmo no Brasil. De toda forma, o índice aceitável fica em torno de 3% a 4% ao mês. O cálculo é feito da seguinte forma:

total de horas ausentes × 100 ÷ total de horas trabalhadas pelo colaborador

Se você calculou e chegou a um índice maior que 4%, saiba que precisa agir. Essa é a comprovação de que sua empresa precisa de cuidados com a saúde e a segurança corporativa.

2. Retorno sobre o investimento

A adoção de boas práticas no ambiente de trabalho sempre traz retorno. A diminuição de faltas inesperadas e a capacidade maior de concentração dos colaboradores são dois dos fatores relevantes. No entanto, é possível calcular o ROI para ter garantia da eficácia das medidas adotadas. Para isso, utilize a seguinte fórmula:

ganho financeiro – custo ÷ custo × 100

O custo representa o valor empregado para implementar as políticas de saúde e segurança trabalhistas. O mais difícil é mensurar o ganho financeiro. Nesse caso, você pode utilizar a redução do absenteísmo, a queda no número de acidentes laborais, o aumento da durabilidade dos equipamentos adquiridos etc.

Vale a pena escolher uma das variáveis e calculá-la de forma isolada para ter uma noção mais clara do resultado. Por exemplo, se você deseja saber sobre a diminuição dos acidentes, estipule um período e veja quantos imprevistos ocorreram.

Digamos que você escolha um intervalo de 1 mil horas. Nesse período foram verificadas 10 ocorrências, que custaram R$20 mil para a empresa. Por isso, você define que fará um treinamento de segurança aos colaboradores.

Essa medida exige um investimento de R$2 mil. No entanto, os acidentes foram diminuídos para cinco incidentes, com custo de R$10 mil, ou seja, metade. Com a aplicação dos valores na fórmula, temos um resultado de 400%, porque: 10.000 – 2.000 ÷ 2.000 × 100 = 400.

Assim, a prática trouxe um retorno quatro vezes maior que o investimento. Portanto, valeu muito a pena. Tenha em mente que qualquer resultado acima de 100% indica que a empresa recuperou o valor empregado e teve lucro.

3. Redução de custos

As medidas de segurança e saúde no trabalho impactam os custos, porque trazem efeitos a longo prazo de forma contínua e constante. A redução é verificada das seguintes formas:

  • mitigação da apresentação de licenças médicas e indenizações geradas por acidentes;
  • redução do tempo de parada da produção;
  • diminuição da taxa de sinistralidade do plano de saúde.

Em relação ao último ponto, é importante mencionar que o pagamento às operadoras representa o segundo maior custo das empresas — perde apenas para a folha de pagamento. Isso acontece porque há aumento anual, com crescimento médio de 10% em 2019. Nos últimos sete anos, a alta acumulada atingiu 149%.

No entanto, com o uso consciente dos planos de saúde pelos colaboradores e a redução de acidentes e doenças físicas e mentais, seu negócio tem maior poder de negociação. Como o reajuste adotado é o modelo fee for service, você tem chance de argumentar e obter percentuais melhores e até abaixo da média brasileira.

4. Crescimento da responsabilidade social

A responsabilidade social das empresas consiste na adoção voluntária de comportamentos e posturas que elevam o bem-estar dos colaboradores. É isso que a organização conquista quando se preocupa com a saúde e a segurança dos trabalhadores.

Junto a isso, são adotadas ações mais sustentáveis, que geram uma cultura positiva. Os efeitos são percebidos dentro e fora do local de trabalho, especialmente no que se refere à produtividade.

5. Melhoria da imagem da empresa

A prioridade dos cuidados com saúde e segurança corporativos melhora a reputação da empresa perante clientes, parceiros e outros profissionais. Essa preocupação aumenta a motivação e o engajamento dos colaboradores, especialmente porque eleva a sensação de pertencimento.

O resultado é um clima organizacional melhor e mais seguro, com aumento do bem-estar de todos. Além disso, o negócio se posiciona melhor no mercado, o que favorece a reputação, e se torna uma autoridade no segmento em que está inserido.

A saúde no trabalho e o bem-estar dos colaboradores

Ao longo deste post, vimos que a melhoria da saúde dos profissionais impacta a produtividade e a eficiência dos processos executados. Sem se preocuparem com problemas e doenças, há menos chance de haver o presenteísmo e a apresentação de licenças médicas.

Ao mesmo tempo, as medidas de segurança do trabalho impedem a ocorrência de acidentes derivados de cansaço, desatenção ou estresse. Por isso, vale a pena investir no cuidado integrado, que alie a saúde digital (high tech à humanizada (high touch).

Essa iniciativa aumenta o engajamento dos colaboradores aos programas clínicos implementados. Com isso, há melhoria dos resultados e aumento do ROI. A questão é: como colocar essa ideia em prática?

O ideal é usar um aplicativo apropriado, que contribui com o engajamento e gera relatórios por meio da modelagem preditiva. O app também sinaliza quem faz parte da população de risco e auxilia na criação de estratégias para contenção de custos. Tudo isso traz vantagens para os negócios. Entre as principais estão:

  • controle do estresse, que tende a impactar a produtividade e as dores de cabeça e musculares;
  • redução do absenteísmo, já que, quanto mais satisfeito o colaborador estiver, mais tende a comparecer ao trabalho e se sentir confortável no ambiente;
  • diminuição do presenteísmo, porque a pessoa se sente menos cansada e tem mais concentração;
  • mitigação das doenças ocupacionais, que podem aparecer devido a um ambiente insalubre, à falta de ergonomia ou à carga de trabalho excessiva;
  • redução de gastos com assistência médica e da sinistralidade do plano de saúde, porque os programas específicos evitam o surgimento de patologias, como diabetes, hipertensão, osteoporose, ansiedade, obesidade, depressão e mais.

Como fica claro, a saúde no trabalho está diretamente ligada ao bem-estar dos colaboradores e à visão que eles têm sobre a empresa. O sucesso de todas as iniciativas depende de um trabalho conjunto, que deve começar pela organização para engajar e estimular os profissionais.

Ao realizar todas essas medidas e, especialmente, contar com ajuda especializada para implementar a saúde e a segurança no trabalho, você sente os efeitos positivos. Depois é só mensurá-los pelas formas que apresentamos. Tenha certeza de que os resultados serão positivos.

E você, gostou de entender mais sobre esse assunto e quer aprofundar seus conhecimentos? Assine a nossa newsletter e veja como promover o bem-estar dos colaboradores para criar um clima organizacional melhor no seu negócio!

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