A conta para responder essa pergunta é complexa e atinge anualmente a casa dos bilhões. O Brasil desperdiça anualmente cerca de 20% dos investimentos no setor e isso gera um impacto de mais de R$ 100 bilhões nas contas dos sistemas de saúde pública e privada, segundo dados da Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp).   

Em 2018 foram gastos cerca de R$ 131,2 bilhões na saúde pública brasileira e, segundo o Ministério da Saúde, a expectativa é que os gastos aumentem na mesma proporção em que a população envelhece. Em relação à saúde privada, segundo dados do Instituto de Estudos em Saúde Suplementar (IESS), atualmente os gastos representam quase 60% do total de gastos com saúde no país.

O alto custo é impactado por fatores como o aumento da utilização de recursos médicos, inclusão de novas tecnologias e, com frequência, por fraudes que elevam esses gastos. A maior longevidade da população desponta como um dos grandes desafios para a gestão dos custos na saúde, já que nos últimos 10 anos houve um aumento de 62% de beneficiários com 80 anos ou mais, segundo a ANS. Essa faixa foi a única que cresceu na saúde suplementar nos últimos três anos, de acordo com a Agência.

Considerando esse cenário, a gestão eficiente dos ativos da saúde é o ponto de partida para resolver as questões que incidem sobre o aumento das despesas. A implantação de novas tecnologias se tornou um vetor imprescindível para o gerenciamento inteligente com foco na redução de custos.

A Sharecare, empresa líder na combinação de saúde digital com gestão de saúde integrada, é especialista em desenvolver soluções que contribuem para a eficiência da gestão de provedores de saúde, empregadores e planos de saúde. Em operação há quatro anos no Brasil, a Sharecare proporcionou em um ano, redução de mais de R$ 100 milhões no custo com saúde de seus clientes.

Por meio de soluções que utilizam Big Data e Machine Learning aplicados a modelos matemáticos, o objetivo é fazer com que os clientes melhorem o processo de tomada decisões, obtendo vantagem competitiva na interpretação correta de indicadores de saúde, o que possibilita investimentos mais assertivos.  

“A redução de custos na saúde está baseada no conhecimento aprofundado sobre a saúde de pessoas e na aplicação de novas tecnologias para promover a saúde integral dessa população. Pessoas mais saudáveis se sentem bem para produzir. Quando se trata de produtividade, estamos falando do principal fator competitivo para as empresas, o que realmente lá na ponta vai fazer a diferença na conquista de melhores resultados financeiros”, explica o diretor geral para América Latina da Sharecare, Nicolas Toth Jr.

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